Aprenda a inovar com o varejo chinês em 4 passos

Aprenda a inovar com o varejo chinês em 4 passos

Maior mercado consumidor de produtos brasileiros, a China se consolidou no início desta década como a segunda maior economia do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. O país recuperou o gigantismo de outros séculos, quando construiu a Grande Muralha e dominou o comércio no Oriente, ao aproximar os varejos on-line e off-line, modernizando o perfil de compras por meio da internet e reduzindo os custos operacionais.

Esse modelo transformador reforçou um contraste entre dois polos. Enquanto o fechamento de lojas se tornou uma cena comum no mundo ocidental, na China, a gestão pautada na digitalização do comércio tem feito empresas atingirem números de vendas incomuns. Alternativa chinesa à Amazon, a Alibaba registrou, em 2017, US$ 25,3 bilhões em receita no chamado Dia do Solteiro (Singles Day, em inglês), data importante para o varejo daquele país.

Diante de um cenário competitivo e inovador para o comércio de bens, serviços, turismo, é fundamental que o empresário entenda a realidade do seu negócio. Conhecer modelos de gestão bem-sucedidos em outros países, como é o caso da China, pode ser o primeiro passo para quem pretende desenvolver sua empresa. Confira quatro dicas chinesas para ajudar a renovar o varejo no Brasil.

  1. Esteja nos ambientes on-line e off-line

O fundador e presidente da Alibaba definiu, em 2016, o que vem a ser o novo varejo. Para o executivo, o e-commerce puro será reduzido a um negócio comum, como são as lojas tradicionais, e substituído pela integração dos ambientes on-line e off-line, da logística e dos dados em uma única cadeia de valor, conceito conhecido como omnichannel.

  1. Ofereça experiências

Outra dica é permitir que o consumidor tenha experiências que enriqueçam sua jornada de compras. É o que faz o Hema, supermercado do grupo Alibaba. Por meio de um aplicativo, a empresa oferece informações sobre produtos disponíveis em suas lojas físicas, além de possibilitar que seus clientes retirem as compras no local e até mesmo peçam comida fresca – incluindo frutos do mar vivos – para serem cozidos e comidos no estabelecimento.

  1. Conheça os hábitos do consumidor

Os gigantes do varejo na China investem bastante em análises comportamentais dos clientes para tornar a gestão dos negócios mais eficiente. O Sesame Credit, serviço de análise de crédito da Alibaba, avalia o consumidor conforme suas atividades bancárias, idade, trabalho, saúde, nível educacional, comportamento e estilo de vida. O objetivo é oferecer personalizar o atendimento e oferecer ao consumidor ofertas mais assertivas.

  1. Busque capacitação

Um dos segredos do crescimento contínuo do varejo em território chinês é a busca constante por aprimoramento. Se você deseja aprender mais sobre esse mercado, referência em inovação para o comércio mundial, a Fecomércio MG oferece uma oportunidade. No dia 16 de abril, o gerente de Produtos do Senac em Minas, Tiago Carvalho, ministrará a palestra gratuita “A Grande Muralha: como as inovações que vem da China podem auxiliar o varejo nacional”.

O evento, na sede da Federação, faz parte do projeto “Fecomércio em Conexão”, que propõe parcerias do Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac com empresas renomadas com intuito de levar capacitação para os empresários mineiros. Aproveite essa chance e saiba como melhorar a visibilidade dos seus produtos e serviços, reduzindo os custos para a gestão da sua empresa.

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